Cirurgia nasal
Palatoplastia e faringoplastia
Amigdalectomia
Cirurgia da base da língua
Suspensão do hióide
Cirurgia multinível
Cirurgia maxilo-facial
Uma criança que ressona regularmente merece ser avaliada.
Ressonar na infância não significa necessariamente ter apneia do sono — nem significa automaticamente precisar de cirurgia.
A avaliação procura perceber como a criança respira e dorme e analisar possíveis causas de obstrução, incluindo o nariz, os adenoides e as amígdalas.
O tratamento é decidido em função da causa e da gravidade de cada caso.
Formou-se em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa e completou a formação específica em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial no Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, onde exerce como assistente hospitalar.
Especialista em Otorrinolaringologia, com dedicação diferenciada à roncopatia, à apneia obstrutiva do sono e à cirurgia do sono, no adulto e na criança.
Complementou a sua formação com uma Pós-Graduação em Medicina do Sono pela Universidade Católica Portuguesa e com formação e estágios na área da roncopatia e da apneia do sono na Universidade de São Paulo.
Tem particular dedicação à Endoscopia do Sono Induzido (DISE) e à cirurgia dirigida da via aérea superior, incluindo abordagens multinível no tratamento da apneia obstrutiva do sono.
Ao longo do seu percurso, tem desenvolvido atividade clínica e científica dedicada às perturbações respiratórias do sono, com comunicações e trabalhos distinguidos pela Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia, sendo também convidado para abordar a DISE e a cirurgia da apneia do sono em reuniões científicas nacionais e internacionais.
Exerce também no Hospital Lusíadas Lisboa e na CUF Sintra.
Não. É possível ressonar sem ter apneia do sono. A avaliação permite distinguir um ressonar simples de uma perturbação respiratória do sono que necessite de tratamento.
O diagnóstico é feito através de um estudo do sono, interpretado em conjunto com os sintomas e com a avaliação clínica da via aérea.
Não. O CPAP é um tratamento muito eficaz para a apneia obstrutiva do sono, mas não é a única opção.
Dependendo de cada caso, podem ser consideradas medidas comportamentais, dispositivo de avanço mandibular ou tratamento cirúrgico.
A Endoscopia do Sono Induzido é um exame realizado sob sedação que permite observar onde e como a via aérea colapsa durante o sono induzido. Em doentes selecionados, esta informação ajuda a definir a estratégia cirúrgica.
Sim, em casos selecionados. Mas não existe uma única “cirurgia do ressonar”.
O tratamento depende da anatomia e do local ou locais responsáveis pela obstrução.
Vale a pena reavaliar o caso.
Dependendo do estudo do sono, da anatomia e das características da doença, podem existir outras opções terapêuticas, incluindo tratamento cirúrgico em doentes selecionados.
Se o ressonar é regular, sim.
A avaliação permite perceber se se trata de ressonar simples ou se existe uma perturbação respiratória do sono e identificar possíveis causas de obstrução.
A comparticipação depende do seguro, da unidade hospitalar, dos exames ou procedimentos realizados e das condições da apólice.