Formou-se em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa e completou a formação específica em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial no Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, onde exerce como assistente hospitalar e é responsável pela consulta de Rinosseptoplastia Estética e Funcional.
Especialista em Otorrinolaringologia, com dedicação diferenciada à rinoplastia estética e funcional e à cirurgia plástica facial.
Complementou a sua formação em cirurgia plástica facial e rinoplastia em centros nacionais e internacionais de referência. Realizou formação em Cirurgia Plástica Facial com o Dr. José Carlos Neves e no Instituto Jurado, em São Paulo, e completou um fellowship em Rinologia e Cirurgia Endoscópica Nasossinusal na Universidade de São Paulo. Frequentou ainda estágios dedicados à rinosseptoplastia em Portugal e no Brasil, bem como cursos de referência em rinoplastia em Graz, Munique, Estocolmo e Paris.
Ao longo do seu percurso, tem desenvolvido atividade clínica e científica dedicada à rinologia e à cirurgia plástica facial, com participação regular em congressos, apresentação de comunicações e publicação de trabalhos científicos sobre técnicas de rinosseptoplastia. É também autor de capítulos em manuais da especialidade.
Foi distinguido com prémios pelo trabalho desenvolvido nesta área, incluindo distinções atribuídas pela Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia. Mantém uma atualização contínua em técnicas de rinoplastia estética e funcional, incluindo abordagens ultrassónicas, técnicas de preservação e técnicas estruturadas.
A sua prática centra-se numa avaliação individualizada de cada caso, procurando integrar a melhoria estética do nariz com a preservação ou recuperação da função respiratória.
O objetivo é precisamente o contrário: procurar um resultado natural e equilibrado com a face. O plano parte da anatomia de cada pessoa e não de um modelo de nariz.
Sim, quando existe uma causa anatómica para a obstrução nasal. Nesses casos, a componente funcional pode ser integrada no mesmo plano cirúrgico.
Depende da abordagem utilizada. Quando existe uma pequena incisão externa, esta é colocada na columela e tende a tornar-se discreta com a cicatrização.
Grande parte da alteração é perceptível cedo, mas o nariz continua a desinchar e a definir-se durante vários meses. O resultado final é progressivo.
A rinoplastia secundária exige uma avaliação própria, porque a anatomia já foi modificada por uma cirurgia anterior. Na consulta é avaliado aquilo que pode ser melhorado e quais as limitações existentes.
A comparticipação depende do seguro, da unidade hospitalar, do procedimento realizado e das condições da apólice.